Equipe de TI analisando painel digital com ícones de senhas e cadeados
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Se tem um tema recorrente na minha rotina trabalhando com tecnologia, é a gestão de senhas. Vejo muitas empresas enfrentando problemas por conta de práticas inadequadas, e isso gera dores de cabeça enormes quando uma falha expõe dados e acessos da equipe inteira. Por experiência, não são poucos os erros, mas acredito que alguns se destacam e podem ser prevenidos com procedimentos claros, cultura bem estruturada e ferramentas adequadas, como as soluções presentes na Movitera.

Senhas fracas: um erro que custa caro

Uma das principais falhas que observo é a criação de senhas fracas ou repetidas entre sistemas. Seja pela pressa, seja por falta de orientação, vejo senhas simples sendo usadas em ambientes corporativos de alta responsabilidade.

Segundo o Laboratório Nacional de Computação Científica, o risco de ataques aumenta muito quando usamos senhas fáceis ou reaproveitamos combinações já conhecidas.

Senhas fracas são portas abertas para ataques.

Para evitar este cenário, insisto sempre em algumas práticas:

  • Senhas com no mínimo 10 a 14 caracteres;
  • Inclusão de letras maiúsculas, minúsculas, números e símbolos;
  • Evitar utilizar nomes, datas e informações pessoais.

Orientações detalhadas estão no Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação, que reforça formas simples para aumentar o nível de proteção e blindar as equipes desde o básico.

Compartilhamento inseguro de senhas

Outro erro frequente é compartilhar senhas por e-mail, chat ou até em planilhas salvas na nuvem, sem qualquer camada de proteção. Já vi times inteiros expostos depois de um arquivo ser compartilhado fora da empresa por descuido.

Colaboradores de TI olhando para tela compartilhando senhas sem segurança

Esse tipo de prática pode resultar em vazamento de informações rapidamente. No caso das equipes que já usam a Movitera, o cofre de senhas centralizado serve como solução justamente para reduzir esses riscos, trazendo segurança ao armazenamento e ao processo de compartilhamento.

No post sobre cofres de senhas no blog da Movitera, detalhei como centralizar acessos é um passo real para elevar o patamar de segurança na equipe de TI.

Proteção não serve só para grandes empresas. Qualquer equipe corre perigo.

Falta de atualização e rotação das senhas

O tempo passa, a equipe muda, mas muitas empresas esquecem de renovar as senhas de sistemas e fornecedores. Em minha trajetória, já acompanhei casos de ex-colaboradores que ainda tinham acesso a ambientes críticos por meses após saírem da organização. Uma brecha perigosa que pode ser evitada.

Fazer a revisão periódica e rotação de senhas é uma atitude básica. A frequência depende do contexto, mas recomendo sempre trocar senhas após desligamento de funcionário, sempre que um incidente for detectado e em ciclos regulares – pelo menos trimestralmente. Rotinas de atualização podem ser facilmente acompanhadas por ferramentas de gestão como as usadas na Movitera, o que reduz o risco de esquecimento e erro humano.

Neste artigo sobre riscos após a saída de funcionários, explico como o controle de acessos evita situações constrangedoras e prejuízos maiores.

Armazenamento inadequado das senhas

Outro erro que ainda vejo ao visitar empresas é o armazenamento de dados críticos em anotações físicas ou arquivos desprotegidos, muitas vezes em locais compartilhados na rede interna, sem criptografia. Senhas anotadas em post-its ou em planilhas são alvos fáceis para quem mal intencionado ou para uma falha interna acidental.

O Centro de Informática e Automação de Santa Catarina recomenda o uso de gerenciadores de senhas justamente por essas falhas. Esses sistemas protegem os dados com criptografia, reduzem os riscos de perdas e integram facilmente com fluxos de tecnologia de equipes, como a Movitera faz.

No blog da Movitera, já abordei dicas bem práticas sobre armazenamento seguro, que podem ser vistas neste artigo.

Nunca armazene senhas onde qualquer um pode ver ou copiar.

Ausência de políticas claras e treinamentos

Nem sempre o erro é técnico – às vezes, vem da falta de alinhamento cultural. Se não há uma política definida sobre como criar, guardar e compartilhar senhas, cada pessoa faz do seu jeito. Isso gera conflitos, senhas vazando e, principalmente, atritos ao cobrar responsabilidades.

Na minha opinião, a política deve definir desde a forma de criação, rotação de senhas e resposta a incidentes, até o uso correto de cofres, auditoria dos acessos e treinamento periódico. Treinar as pessoas e comunicar bem é parte da rotina de times maduros em segurança. Movitera tem uma abordagem que permite a padronização desses processos, centralizando tudo em uma plataforma só.

Mais orientações sobre práticas seguras e dicas de cultura de segurança podem ser encontradas no guia prático de senhas para equipes de TI do blog Movitera.

Conclusão

A gestão de senhas envolve disciplina, informação e ferramentas certas. Já vi equipes reduzirem drasticamente seus riscos apenas mudando pequenos hábitos, adotando soluções como cofres de senhas, criando políticas e atualizando acessos regularmente. Movitera surge justamente como parceiro na busca por uma rotina mais leve, segura e produtiva.

Convido você a descobrir como a Movitera pode apoiar sua equipe a evitar estes erros e garantir a proteção das informações do seu negócio. Conheça nossos serviços e veja como centralizar e controlar as demandas de TI pode ser simples.

Perguntas frequentes sobre gestão de senhas em equipes de TI

O que é gestão de senhas em equipes?

Gestão de senhas em equipes é o conjunto de processos e políticas usados para criar, armazenar, compartilhar e atualizar senhas de modo seguro dentro de empresas ou times de TI. O objetivo é proteger acessos a sistemas, aplicativos e dados sensíveis, prevenindo incidentes de segurança.

Como criar senhas seguras para equipes?

Senhas seguras devem conter de 10 a 14 caracteres (ou mais), misturando letras maiúsculas, minúsculas, números e símbolos. Evite informações pessoais ou palavras conhecidas. Recomendo revisar as orientações do Prodest para mais detalhes.

Quais os erros mais comuns ao gerenciar senhas?

Entre os erros mais comuns estão o uso de senhas fracas ou repetidas, compartilhamento inseguro, falta de atualização, armazenamento inadequado (em planilhas ou anotações) e ausência de políticas e treinamentos. Já detalhei cada um deles neste artigo.

Vale a pena usar um gerenciador de senhas?

Sim, porque gerenciadores de senhas centralizam, protegem e controlam o acesso a senhas, evitando muitos dos erros que apresentei. Eles aplicam criptografia e ajudam a integrar rotinas seguras ao dia a dia do time, como mostra a abordagem utilizada pela Movitera.

Como evitar vazamento de senhas na equipe?

Adote senhas fortes e exclusivas, armazene em cofres ou gerenciadores seguros, nunca compartilhe por e-mail ou chat comum e promova treinamentos regulares. Also, implemente políticas claras e garanta que todas as mudanças de equipe sejam acompanhadas pela atualização e rotação dos acessos, evitando brechas.

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