No universo das equipes de tecnologia, a rotina pode ser caótica. São solicitações que chegam por múltiplos canais, demandas internas urgentes, acompanhamento de fornecedores, gestão de acessos e uma pressão contínua por respostas rápidas. Já vivi o caos de planilhas paralelas, e-mails desencontrados e informações perdidas. Foi nessa realidade que percebi o verdadeiro valor de uma ferramenta de abertura de chamados bem estruturada e integrada ao restante do ecossistema de TI. Quero compartilhar com você, de forma detalhada, como escolher a solução mais adequada, e mais: como obter o melhor de sua integração no seu ambiente.
O que é uma ferramenta de abertura de chamados no contexto de TI?
Antes de qualquer escolha, gosto de esclarecer: uma ferramenta de abertura de chamados é um sistema digital projetado para receber, organizar, distribuir, acompanhar e registrar demandas ou incidentes relacionadas aos serviços de tecnologia. Ela é a ponte entre usuários (colaboradores, clientes internos ou externos) e o time técnico que vai atender ao pedido.
Essas plataformas vão além do simples registro de chamados. Em minhas experiências com times de TI de diferentes tamanhos, vi o quanto essas soluções podem ser o centro nervoso da área, orquestrando tarefas, gerando relatórios, garantindo rastreabilidade e padronização dos atendimentos.
Simplificar o fluxo de solicitações é o primeiro passo para evitar o caos.
Em vez de um histórico disperso em e-mails, planilhas e mensagens, concentrar tudo em um sistema cria rastreabilidade real. É a partir deste ponto que qualquer setor de TI se torna realmente organizado.
Por que seu time técnico depende tanto de uma ferramenta de abertura de chamados?
Muitos subestimam, mas não eu, o quanto o bom funcionamento da TI depende desse sistema.
- Centralização do fluxo de demandas: Todas as solicitações ficam em um lugar só, com histórico acessível, fácil priorização e distribuição.
- Padronização dos atendimentos: O uso de formulários, respostas automáticas e fluxos pré-definidos cria uma cultura de atendimento previsível.
- Monitoramento de métricas: Dashboards mostram o tempo de resposta, número de chamados abertos, pendentes, resolvidos, entre vários outros indicadores decisivos para a tomada de decisão.
- Rastreabilidade:
- Gestão de SLA (Acordos de Nível de Serviço): É possível medir com precisão se os prazos estão sendo cumpridos, e ajustar estratégias quando necessário.
- Redução de retrabalho: Chega de perder histórico do atendimento. Tudo fica documentado.
Segundo minha vivência, a ausência de uma solução robusta nessa área cria gargalos e alimenta a insatisfação de usuários e da própria equipe de TI. E já perceberam que pequenos problemas começam a crescer quando não existe controle manual?
Principais funcionalidades que uma solução de chamados precisa oferecer
Ao decidir pela implantação de uma plataforma desse tipo, sempre me baseio em um checklist de recursos que considero indispensáveis para garantir um fluxo redondo no dia a dia:
- Automatização de tarefas recorrentes: Gatilhos automáticos para categorizar, atribuir prioridades, encaminhar chamados a responsáveis, notificar equipes e usuários, e acionar procedimentos pré-determinados.
- Multicanalidade: Receber e registrar chamados provenientes de diferentes canais: e-mail, integrações com chat interno, aplicativo, portal, e até mesmo WhatsApp ou telefone.
- Gestão completa do ciclo de tickets: Possibilidade de acompanhar o status, setar prazos, registrar interações, anexar arquivos e documentações.
- Base de conhecimento: Facilita o autoatendimento dos usuários, reduzindo a quantidade de chamados abertos por dúvidas recorrentes.
- Relatórios personalizados e dashboards visuais: Acompanhar desempenho de atendimento, identificar gargalos e priorizar melhorias.
- Integração com outras ferramentas de TI: Conexão automática com gestão de fornecedores, cofres de senhas, sistemas de ativos, controle de permissões, agenda de tarefas e controle de atividades recorrentes.
- Permissões detalhadas: Gerenciar quem pode acessar quais tipos de chamados, mantendo a segurança e o sigilo das informações.
- Alertas proativos: Notificações automáticas ao ultrapassar prazos ou detectar possíveis problemas críticos.
- Customização de fluxos e formulários: Adaptar à realidade e linguajar do time e da empresa.
- Histórico completo e rastreável: Registro minucioso de cada interação dentro do chamado.

Critérios fundamentais para escolher a solução ideal
Antes de configurar (ou migrar para) uma nova solução, aprendi que é necessário olhar para dentro: cada time tem seu ritmo e necessidades. A seguir, compartilho meus principais critérios, que sempre me ajudam a não errar:
1. Entenda as necessidades reais do seu time
Pode parecer simples, mas já vi muita frustração surgir quando alguém tenta impor um sistema genérico. Em vez disso, sempre recomendo mapear, com o time, as seguintes questões:
- Qual o volume médio de chamados por mês?
- Quais canais de comunicação são mais utilizados para solicitações internas?
- É necessário atender demandas de diferentes departamentos ou públicos?
- Qual a criticidade e o tempo médio para resolução?
- Quais integrações são consideradas desejáveis ou indispensáveis?
- Há fluxos específicos, rodízios ou rotinas muito particulares?
Quando escuto o time antes da implantação, o ganho de aderência e engajamento é imediato.
2. Facilidade de uso e curva de aprendizado
De nada adianta uma solução potente se ninguém entende como operar. Busque interfaces intuitivas, que reduzam ao máximo a necessidade de treinamentos longos ou manuais complexos. O ideal é que, em poucos minutos, um novo usuário já consiga abrir, registrar ou movimentar um chamado sem dúvidas.
3. Segurança da informação: não descuide!
Não abro mão de avaliar como o sistema protege dados sensíveis. Olhe com atenção para:
- Criptografia de dados, em trânsito e em repouso;
- Perfis de acesso e permissões granulares;
- Logs de auditoria detalhados;
- Planos de contingência;
- Política de backup, onde estão seus dados, quem pode vê-los?
Ferramentas que lidam com chamados concentram informações de acessos, incidentes, problemas de segurança e até credenciais. Não se permita surpresas.
4. Capacidade de integração
No atual cenário de SaaS e micro-serviços, nada funciona isolado. Se o sistema não possui APIs robustas ou mecanismos claros de integração, entenda: cedo ou tarde, isso vai limitar sua TI. Dou um valor imenso a:
- APIs RESTful completas e bem documentadas;
- Possibilidade de automação com outros sistemas (cofres de senha, ativos, agenda, grupos de chat, ERPs);
- Conectores e integrações nativas;
- Webhooks para notificações e ações em tempo real;
Se quiser se aprofundar no tema, recomendo este conteúdo sobre integração de sistemas SaaS em ambientes corporativos.
5. Multicanalidade e flexibilidade
O usuário é múltiplo nos dias de hoje. São solicitações por e-mail, chat, telefone... e a ferramenta precisa estar pronta para atender a todos esses meios sem fricção. A integração com canais é peça-chave para garantir rastreabilidade e registro automático.
6. Relatórios e análise de dados
A melhora contínua só existe quando consigo mensurar o que está acontecendo. Plataformas que permitem relatórios personalizáveis, exportação facilitada de dados e dashboards visuais são as que, na prática, promovem o crescimento do time. Ver o andamento dos chamados em tempo real é fundamental para ações preventivas.
Automação em ferramentas de chamados: como transformar rotinas
Os recursos de automação fazem brilhar os olhos de qualquer profissional de TI. A automação atua reduzindo as tarefas repetitivas e direcionando o foco do time para o que realmente importa: resolver problemas e inovar.
- Criação de tickets por regras (ex: todo e-mail enviado a suporte abre um chamado);
- Encaminhamento e escalonamento automáticos;
- Atualização massiva de status;
- Notificações automáticas ao registrar, movimentar ou encerrar tickets;
- Fechamento automático de chamados inativos após determinado tempo;
- Checklist de procedimentos embutidos no fluxo;
- Respostas preparadas para dúvidas frequentes;
Automatizar não é robotizar. É garantir que nada fique para trás.

O papel das integrações e centralização dos processos
Ao longo do tempo, percebi que a integração é a chave para garantir um fluxo bem conectado entre ferramentas distintas. A centralização das integrações torna tudo menos fragmentado. Usar múltiplos sistemas que não conversam entre si gera retrabalho, perda de dados e acomodação manual de solicitações.
Exemplos práticos de integrações que fazem diferença:
- Gestão de senhas: Um ticket que depende de acesso administrativo pode acionar a área responsável e liberar credencial temporária de forma registrada e segura.
- Fornecedores: Ao abrir um chamado para manutenção externa, a ferramenta deve notificar o fornecedor, gerar registro, acompanhar SLA externo e registrar solução em um só lugar.
- Atividades recorrentes: Manutenções preventivas podem ser programadas, lembretes enviados via ticket e checklist controlado automaticamente.
- Cadastro de ativos de TI: Associa o chamado diretamente ao equipamento, histórico e ciclo de suporte.
- Gestão de contratos e pagamentos associados ao ticket.
Ao trazer esses fluxos para dentro de uma única solução, como a oferecida pela Movitera, notei o grande ganho: redução de gargalos, maior transparência, resposta mais ágil, e um histórico auditável de ponta a ponta.
Multicanalidade e o novo padrão de atendimento em TI
Você se lembra de quando a TI era vista só como área técnica e recebia solicitações pessoalmente? Hoje o cenário é totalmente diferente. As demandas chegam por whats, sistema, chat, e-mail, telefone e portais. Uma solução de abertura de chamados deve estar preparada para capturar e processar de forma automática em todos esses meios. Tento sempre olhar para:
- Flexibilidade na geração de chamados onde o usuário está mais acostumado;
- Automatização de registro independente do canal;
- Comunicados instantâneos com a equipe técnica e usuários via push, e-mail e mensagens integradas;
- Possibilidade de triagem unificada para todos os ingressos, independente do canal de origem.
Assim, o time de TI não fica preso a uma rotina “única” e o atendimento acontece de acordo com a necessidade real de cada usuário.

O impacto positivo da gestão centralizada para TI
Em minhas análises, costumo comparar o cenário antes e depois da centralização, a diferença sempre aparece em poucos meses. Quando todas as áreas da TI utilizam a mesma plataforma, os benefícios se destacam:
- Controle efetivo das demandas: Cada analista acompanha sua fila, prazos e prioridades. O gestor visualiza o panorama completo e atua de acordo com dados reais.
- Padronização dos processos: Os formulários, regras e procedimentos passam a ser seguidos por toda equipe, independentemente do analista responsável.
- Rastreamento e histórico: O acompanhamento detalhado de cada etapa fica acessível, promovendo auditoria e melhoria contínua.
- Agilidade no atendimento: Fim dos pedidos na fila invisível e das pendências esquecidas. Tudo é registrado, atribuído, monitorado e encerrado conforme o fluxo da empresa.
- Menor sobrecarga administrativa: Muitas tarefas manuais desaparecem graças à automação e padronização.
Se quiser se aprofundar em melhores práticas para atingir esse cenário, recomendo conferir este artigo sobre gestão de tickets de TI e como acelerar respostas.
Integração de ferramenta de chamados com cofre de senhas, fornecedores e atividades recorrentes
Um dos maiores avanços que vi nas ferramentas modernas é a possibilidade de associar tickets automaticamente a cofre de senhas, fornecedores cadastrados e atividades programadas. Funciona mais ou menos assim:
- Ao abrir um chamado de reset de senha, o responsável acessa (mediante permissão) o cofre de credenciais e documenta o procedimento, tudo dentro da plataforma.
- Para cada solicitação que requer um fornecedor externo, você ativa um fluxo que envia notificação, recebe o retorno, fecha o ticket e automaticamente atualiza contratos/custos.
- Em tarefas preventivas, a própria solução cria chamados em datas-chave, notificando os times e garantindo processos documentados.
Esse tipo de integração poupa tempo, evita erros e, acima de tudo, mantém a trilha de acessos, interações e histórico em local seguro e rastreável. A Movitera, por exemplo, foi desenhada para gerar este efeito positivo no dia a dia dos clientes.

Cases e exemplos: da desordem à organização na gestão de chamados
Em minha trajetória, já acompanhei processos de transformação digital em TI em empresas de diferentes portes. Um caso comum que testemunhei:
Uma equipe de TI trabalhava com gestão de chamados por e-mail, grupos de WhatsApp e planilhas avulsas. O resultado era previsível: solicitações esquecidas, respostas duplicadas, SLA inalcançável e falta de relatórios claros. Quando implementaram um sistema centralizado, com integrações automáticas a rotina de fornecedores, cofre de senhas e fluxos de comunicação, o cenário mudou totalmente em poucos meses:
- Redução drástica dos chamados não solucionados;
- Aumento da percepção de ordem e transparência pelo usuário;
- Indicadores confiáveis para defender investimentos em tecnologia;
- Colaboradores mais satisfeitos e gestores podendo agir preventivamente.
Esse é o tipo de resultado que se conquista quando se aposta em integração e centralização, como propõe a Movitera para seus clientes.
Erros comuns ao adotar uma ferramenta de chamados (e como evitar)
Nesse tempo acompanhando implantações, vi alguns deslizes se repetirem. Compartilho os principais:
- Pular o diagnóstico: Começar sem mapear necessidades gera retrabalho.
- Tentar adaptar o time à ferramenta, e não o contrário: A solução deve se ajustar ao processo já validado pela equipe.
- Desconsiderar integrações (com senha, agenda, fornecedores);
- Subestimar a importância da automação;
- Negligenciar treinamento básico: A fluidez da adoção depende disso.

Como a escolha correta da solução muda o acompanhamento das demandas
Um dos maiores ganhos que percebo quando o time acerta na escolha da ferramenta está na evolução do acompanhamento das demandas. O que muda?
- Visualização dos chamados em tempo real, por status, prioridade e responsável;
- Controle do backlog e de prazos de atendimento (SLA) sem esforço;
- Comparação entre períodos: Avaliar mês a mês o avanço na quantidade e nos tipos de demandas;
- Identificação rápida de gargalos, como setores ou horários de pico;
- Possibilidade de “previsão” de demandas recorrentes, adaptando a equipe conforme sazonalidade;
- Planos de ação baseados em dados concretos, não em achismos.
Deixar todos os tickets em um só fluxo, inclusive fornecedores e tarefas recorrentes, cria um ambiente controlado, seguro e auditável. Você passa de um cenário reativo para um proativo.
Gestão de fornecedores conectada ao sistema de chamados
Outro ponto decisivo, e muito valorizado nas implementações, está no vínculo automático entre chamados e fornecedores parceiros. Sempre acreditei que, quanto mais transparente o controle, melhores os resultados. Veja alguns pontos desse vínculo:
- Registros automáticos de solicitações, prazo e retorno dos fornecedores;
- Monitoramento de SLA via tickets, para negociação e acerto de contratos;
- Centralização de evidências, conversas, propostas e laudos no próprio chamado;
- Acompanhamento do histórico de atendimento de cada fornecedor.
Essa gestão integrada valoriza toda a cadeia de suporte e evita surpresas desagradáveis em auditorias ou renovações contratuais.

O papel da base de conhecimento e autoatendimento
Uma base de conhecimento robusta diminui drasticamente o número de solicitações abertas desnecessariamente. Quando o usuário consegue pesquisar e resolver dúvidas por conta própria, a equipe se concentra apenas nos casos críticos. Fico sempre atento em:
- Organizar tutoriais, FAQs e roteiros de atendimento dentro da própria plataforma;
- Habilitar pesquisa integrada ao formulário de abertura de ticket;
- Atualizar periodicamente novos casos e soluções;
Integrar a base de conhecimento ao fluxo de tickets transforma o suporte, criando um ciclo contínuo de aprendizado. Isso contribui, inclusive, para acelerar o onboarding de novos membros na equipe de TI.
Como planejar a integração da plataforma à sua rotina
- Mapeamento de todos os pontos de entrada dos chamados.
- Identificação das soluções que já estão presentes no ambiente corporativo.
- Alinhamento dos processos internos com os fluxos previstos no sistema, não abra mão de customização.
- Treinamento rápido dos usuários focando nas dúvidas mais comuns.
- Testes de integração, sobretudo em funções críticas: senha, fornecedores e SLA.
Documentar processos, ajustar fluxos e revisar as permissões são tarefas que recomendo realizar com calma. Lembre-se de testar cada integração e envolver todas as áreas afetadas, como recursos humanos, administrativo e jurídico, quando necessário.
Uma implantação bem planejada evita recorrências, retrabalhos e sustos futuros.
Caso tenha dúvidas durante o processo de integração SaaS, este conteúdo sobre gestão de TI pode agregar aprendizados relevantes para uma adoção mais tranquila.
Checklist: passos para não errar na escolha e implantação
- Ouça seu time antes de definir requisitos e fluxos;
- Valide integrações nativas e APIs disponíveis;
- Chegue a um consenso sobre canais de atendimento;
- Inclua testes reais de abertura, movimentação e fechamento de chamados;
- Crie tutoriais e uma base de conhecimento básica logo na largada;
- Implemente etapas de revisão periódica de processos e dashboards.
Como justificar o investimento em uma nova solução de chamados
Costumo defender o investimento mostrando o impacto prático em:
- Redução de perdas e retrabalho;
- Controle real de prazos e níveis de serviço (SLA);
- Agilidade no onboarding de novos membros do time;
- Automação de tarefas que antes dependiam de planilhas manuais;
- Ganho em segurança e proteção de dados sensíveis;
- Melhor relação e transparência com áreas clientes e fornecedores.
Os ganhos de ordem, rastreabilidade e agilidade costumam se pagar em pouquíssimos meses.
Agilidade e qualidade: o impacto percebido pelos usuários finais
Um reflexo que acho interessante: após poucos meses, os “clientes” internos da TI percebem a mudança. O número de chamados duplicados diminui, as respostas ficam mais rápidas e o acompanhamento se torna transparente. Existe, ainda, o benefício de acabar com aquelas “replicas” por outros canais, porque todos já sabem que o sistema é confiável.
Tudo isso gera uma melhora na imagem do time técnico. E, claro, permite concentrar esforços em projetos mais estratégicos, pois as tarefas rotineiras estão bem geridas.
Integração e governança: os próximos passos para o futuro do setor
No cenário atual de constantes mudanças na tecnologia, vejo que a governança e a orquestração dos processos são cada vez mais decisivas. Uma solução bem implantada promove compliance, proteção de dados e transparência frente a auditorias e LGPD. Este é exatamente o caminho que a Movitera defende, oferecendo flexibilidade para acompanhar não só demandas, mas todo o ciclo de atendimento em TI.
A escolha certa cria um ambiente seguro, ágil e transparente.
Conclusão: Qual é o caminho para sua equipe de TI?
Chegando ao fim desta jornada, minha maior recomendação é: valorize a integração de processos e o domínio de todo o ciclo da demanda. A escolha da ferramenta de chamados não deve ser apenas técnica, mas estratégica, conectando pessoas, fluxos e sistemas com agilidade, segurança e clareza.
A Movitera acredita, assim como eu, na centralização, na personalização dos fluxos e na confiança em dados para direcionar a TI. Se você deseja transformar a rotina do seu setor, dar mais visibilidade à sua equipe e atuar de maneira mais organizada, convido a conhecer nossas soluções, consultar nossos especialistas e iniciar essa virada.
Perguntas frequentes sobre ferramenta de abertura de chamados
O que é uma ferramenta de chamados?
Uma ferramenta de chamados é uma plataforma digital que organiza, registra, distribui e monitora demandas relacionadas a serviços de TI. Ela centraliza solicitações internas e externas, permite acompanhamento do andamento dos tickets, padroniza fluxos e gera relatórios. Assim, evita a perda de informações e proporciona maior transparência e controle para equipes técnicas.
Como escolher a melhor solução de chamados?
A melhor escolha depende do mapeamento das necessidades do seu time, facilidade de uso, capacidade de integração, robustez na segurança de dados, automação dos fluxos e flexibilidade para diferentes formas de atendimento. Recomendo também avaliar relatórios customizáveis e suporte a múltiplos canais. Ouvir a equipe é essencial para garantir aderência e resultados.
Quais são as vantagens dessas ferramentas?
Dentre as vantagens estão o controle total do ciclo das demandas, centralização de processo, redução de perdas, maior transparência, automação de tarefas repetitivas, facilidade no rastreamento das solicitações e melhora da experiência do usuário. Elas também promovem monitoramento confiável de SLA e facilitam a integração com rotina de fornecedores, cofres de senha e ativos de TI.
Como integrar a ferramenta ao meu sistema?
A integração pode ocorrer por APIs, conectores nativos ou webhooks, permitindo que o sistema de chamados converse com ativos, cofres de senha, sistema de e-mail e ferramentas administrativas. O primeiro passo é mapear que integrações são necessárias para o seu fluxo e validar os recursos de conectividade da plataforma escolhida. Recomendo sempre realizar testes e contar com suporte especializado durante a implantação.
Quanto custa implementar essa ferramenta?
O custo varia conforme as funcionalidades, número de usuários, integrações contratadas e complexidade do ambiente. No geral, o investimento se justifica pela economia gerada com menos retrabalho, maior controle do fluxo de TI e facilidade em auditorias. O ideal é solicitar um orçamento personalizado considerando o uso previsto e as integrações desejadas.
Quer dar o próximo passo para profissionalizar a gestão de chamados de sua equipe? Acesse o site da Movitera, conheça as soluções e descubra como podemos ajudar na transformação do seu ambiente de tecnologia.